Conheça aplicativos de fotos para compartilhar imagens com seguidores

O Instagram é a rede social de foto mais conhecida, com 66 milhões de perfis registrados por brasileiros só em 2019. Mas há outras alternativas de aplicativos para postar fotos e receber comentários de seguidores em celulares com Android e iPhone (iOS).

Entre as opções estão We Heart It, Vero e Candowell. Esse último, por exemplo, promete doar 30% da renda obtida com publicidade a projetos socioambientais. Já o Pinterest é mais focado em sugerir ideias para casamento, roupas e outras áreas, e não oferece muitas funções de rede social. Confira na lista a seguir cinco redes sociais de fotos para se distrair.

1. Candowell
Candowell é a rede social “do bem” criada por brasileiros. O aplicativo apresenta um layout bem similar ao Instagram, mas não oferece filtros para editar fotos. É possível postar imagens tiradas diretamente do app ou da galeria, seguir e acompanhar os usuários, criar grupos e conversar via chat.

O diferencial do serviço está na proposta de destinar 30% da renda de publicidade a projetos socioambientais, então os usuários fazem parte desse projeto ao criarem uma conta no Candowell.

2. Pinterest
Pinterest permite compartilhar imagens e vídeos de assuntos variados. Os usuários costumam compartilhar imagens criativas de temas que gostam, como adereços para o carnaval, maquiagens, viagens, decorações, animais, desenhos, séries e mais. Assim, o aplicativo oferece uma infinidade de fotos para se inspirar e criar novas ideias.

É possível encontrar fotos a partir da busca textual da barra de pesquisa, e favoritar os posts preferidos. Os usuários podem organizar as ideias em pastas temáticas para outras pessoas acessarem. Um ponto negativo do app é a disposição das fotos no feed, que pode resultar na visualização de cerca de cinco imagens de uma só vez e gerar um certo desconforto às vezes. O aplicativo está disponível para Android e iPhone.

3. Instagram
O Instagram é a rede social de foto mais conhecida da lista. Entre as funcionalidades disponíveis estão a postagem de fotos e vídeos, presença de filtros e ferramentas de edições, chats e Stories. Além disso, há o Instagram Ads, ferramenta de anúncio da plataforma, e o IGTV, plataforma de vídeos longos.

Entre os fatores positivos do Instagram estão o grande número de usuários e a variedade de ferramentas. Além disso, a enorme quantidade de famosos na plataforma permite que os fãs acompanhem o dia a dia de ídolos com facilidade pelo aplicativo. Já entre os pontos negativos estão os anúncios que aparecem no feed e a forma obscura como os algoritmos funcionam.

4. We Heart It
O We Heart It é uma plataforma similar ao Pinterest e é um dos pioneiros em compartilhamento de imagens. O aplicativo é uma rede social de fotos que reúne imagens sobre moda, fotografia, papéis de parede, séries, filmes e mais.

O We Heart It se autodenomina uma comunidade e, diferente de outras redes sociais de fotos, como Instagram e VSCO, os usuários preferem postar fotos de coisas que gostam a selfies. Essa prática faz com que o app abrigue vários conteúdos de bandas, séries e animes. O We Heart It permite postar imagens e vídeos e criar coleções de fotos de acordo com um tema em comum.

5. Vero
A rede social de foto Vero, disponível para Android e iPhone, tem como proposta oferecer aos usuários uma experiência sem publicidades e algoritmos. A ordem dos posts é estabelecida a partir do horário de publicação, de forma que as postagens mais recentes aparecem primeiro. O design do Vero é agradável e apresenta um layout um pouco mais sofisticado do que os aplicativos concorrentes.

O cadastro é desvinculado de qualquer outra plataforma, impossibilitando o uso de outras redes sociais para criar uma conta. O app tem configurações de privacidade de fácil acesso, o que é um ponto positivo. O programa disponibiliza filtros, permite postar imagens e vídeos, e ainda é possível compartilhar nomes de filmes, livros e músicas.

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Fonte: https://www.techtudo.com.br

Inteligência artificial cria apresentador virtual para programa de TV

Totalmente independente, repórter virtual da agência de notícias é capaz de ler boletins esportivos sem interferência humana
A agência de notícias Reuters anunciou o seu primeiro protótipo para a criação de um apresentador de TV totalmente orientado por inteligência artificial. Completamente automatizado, o repórter virtual foi criado para o noticiário esportivo e é capaz de fazer comentários sem nenhum script, edição ou produção humana. O projeto, divulgado em 7 de fevereiro, está sendo desenvolvido em parceria com a start-up londrina Synthesia.
O novo sistema utiliza inteligência artificial para agregar imagens pré-gravadas de um jornalista humano a boletins noticiosos completamente inéditos. A técnica se assemelha à empregue nos vídeos deepfake, em que a IA reconhece expressões e movimentos a partir de um banco de dados com imagens que mostram vários ângulos do rosto da pessoa. Nesse caso, o apresentador gravou uma série de falas sobre a Premier League, campeonato inglês de futebol.
“Primeiramente, usamos um algoritmo para combinar a fotografia e os relatórios da partida em tempo real com um feed de dados minuto a minuto do que aconteceu no jogo”, explicou Nick Cohen, chefe de notícias da Reuters, em entrevista à revista Forbes. Segundo ele, o mecanismo permite criar um roteiro sobre qualquer notícia.
“Em segundo lugar, trabalhamos com a Synthesia para filmar nosso editor de esportes e usamos sua tecnologia para criar uma versão dele gerada por inteligência, que pode ‘ler’ qualquer versão do roteiro dentro dos parâmetros definidos”, completou Cohen.
Em comunicado oficial, a Reuters afirmou que o protótipo é apenas uma “prova de conceito”, com o objetivo de mostrar o potencial dos serviços de notícias em tempo real quando aliados à tecnologia de inteligência artificial. Segundo a agência, o sistema ainda está em fase de protótipo e tem sido usado apenas para reportar notícias sobre partidas de futebol.
No entanto, Cohen não descarta a possibilidade de implementação da tecnologia em larga escala e em outras áreas além do esporte. “Embora o projeto ainda seja um protótipo, estamos realmente empolgados em explorar novas maneiras de usar imagens, relatórios e feeds de dados em tempo real para alimentar novos tipos de experiências de notícias impulsionadas pela IA”, disse à Forbes.
Via Forbes e Reuters

Oito truques que vão mudar o jeito como você faz pesquisas no Google

Oito truques que vão mudar o jeito como você faz pesquisas no Google
Dicas envolvem digitar os termos certos para filtrar resultados mesmo antes da buscar.

Alguns truques de pesquisa do Google podem ajudar a refinar os resultados e a chegar rapidamente ao conteúdo desejado. Embora a empresa use algoritmos sofisticados para tentar decifrar o que o usuário deseja por trás de algumas palavras digitadas, existem maneiras de abreviar os resultados, filtrando o que mais interessa mesmo antes de dar Enter. É possível, por exemplo, pesquisar palavras específicas e excluir determinados temas, usar frases incompletas e obter definições de qualquer tipo de termo digitado no campo do buscador. Veja oito dicas para explorar as maneiras de pesquisar na web.

1. Usar sinal de menos para excluir palavras
Um sinal de menos remove resultados relacionados a uma determinada palavra. O recurso é útil para evitar informações desnecessárias ao buscar um termo com múltiplos significados. Ao pesquisar “servidor -computador”, por exemplo, o Google retorna apenas com páginas sobre funcionalismo, excluindo conteúdo de informática.

2. Usar aspas para procurar por uma frase exata
Ao pesquisar por frases inteiras, use aspas para encontrar páginas que mencionam uma combinação específica de palavras. O recurso ajuda quando é preciso encontrar citações de artigos científicos ou de entrevistas sem precisar rolar por links que mencionam apenas trechos do termo completo. O truque pode servir também para identificar plágio: digite a frase suspeita completa entre aspas para saber se a mesma construção já foi publicada antes em outro lugar.

3. Usar “site:” para pesquisar páginas internas
Se a ferramenta de busca de um site não é muito boa, use o Google para encontrar páginas internas desejadas. Para isso, digite “termo + site:”, seguido pelo domínio principal. Por exemplo, para encontrar todas as notícias, fotos e outros materiais relacionados ao criador do Facebook no TechTudo, digite “mark zuckerberg site:techtudo.com.br” e obtenha uma lista de todos os conteúdos correspondentes.

4. Usar “filetype” para pesquisar determinado tipo de arquivo
É possível usar o Google para encontrar um arquivo específico sem precisar visitar páginas intermediárias. Para isso, digite a busca seguida de “filetype:” e o tipo de arquivo desejado. Por exemplo, é possível buscar sobre artigos científicos sobre o coronavírus em PDF com “coronavirus filetype:pdf”.

5. Usar “define” para definir uma palavra
O Google pode mostrar definições de algumas palavras automaticamente, mas é possível forçar essa função específica do site para qualquer termo de busca. Digite “define:” seguido do termo que você deseja obter a definição. O recurso funciona para obter significado de substantivos e verbos, assim como para outros elementos da Língua Portuguesa, como prefixos e sufixos.

6. Usar “related” para encontrar sites semelhantes
A função “related” do Google permite encontrar páginas com temática semelhante na Internet. O recurso é útil, entre outras coisas, para explorar alternativas a lojas famosas ou obter a lista de sites de todas as universidades do país: digite “related:uff.br”, por exemplo, para descobrir os endereços de todas as federais.

7. Usar asterisco para trechos desconhecidos
Um asterisco pode substituir palavras desconhecidas em uma busca de frase inteira. O truque serve para obter todas as variações possíveis de um determinado ditado ou trecho de livro, por exemplo, mesmo que uma ou outra palavra do meio sejam desconhecidas. O mesmo vale para encontrar a letra de uma música a partir de um refrão incompleto ou ambíguo: basta escrever o trecho conhecido entre aspas e deixar um asterisco onde houver dúvida.

8. Usar “OR” para fazer várias buscas ao mesmo tempo
O Google permite usar o termo “OR” para fazer mais de uma busca independente ao mesmo tempo. O truque é útil para combinar busca de passagens com múltiplos destinos possíveis, algo normalmente impossível de fazer em buscadores de voos. Digite, por exemplo, “passagem de “sao paulo” OR “rio de janeiro” para lisboa” para obter links de pesquisas das duas cidades.

Varejistas precisam adotar apps agora ou enfrentarão a obsolescência

 

Em texto de Alessander Firmino – Diretor Geral da Criteo para o Brasil e América Latina, feito dia 19 de Fevereiro de 2019 no blog Administradores Midias Sociais S.A, é dito que o número de compradores que usam dispositivos móveis e aplicativos para transações aumentou significativamente no último trimestre.

“A mudança para uma sociedade dominante em tecnologia alterou a forma como os consumidores interagem com os varejistas e gastam dinheiro. Na esteira dos recentes fechamentos de grandes marcas e da crescente presença de gigantes do comércio eletrônico, as empresas agora estão em alerta máximo e enfrentam uma pressão crescente para adotar o modelo omnishopper para se manterem competitivas.

No estudo da Criteo, intitulado “Análise do E-Commerce no Mundo”, referente ao terceiro trimestre de 2018, os dados indicam que promover um aplicativo e adotar uma estratégia de marketing omnichannel é a chave para o sucesso contínuo. Três tendências surgiram neste competitivo mercado global, moldando as estratégias de varejo e o futuro das vendas nos mundos físico e online.

1. Crescimento do mobile

Os consumidores têm uma variedade de opções para atender às suas necessidades de compra, incluindo a Internet, o desktop ou telefone celular, e as tradicionais lojas de rua ou shoppings centers. Mas um canal tem ganhado destaque – ainda dentro dos dispositivos móveis, os aplicativos. Os consumidores foram cativados pelos smartphones e suas capacidades cada vez maiores, bem como os tamanhos de tela e conveniências. Por sua vez, mais e mais compradores gastam dinheiro usando um aplicativo. Nunca foi tão importante para os varejistas aproveitarem essa oportunidade para alcançar os consumidores em seus próprios aparelhos.

O número de compradores que usam dispositivos móveis e aplicativos para transações aumentou significativamente no último trimestre. As transações na web e em apps cresceram a um ritmo constante, à medida que os consumidores se acostumaram mais a fazer compras por meio de celulares. Essa tendência foi impulsionada pela transição de telas menores e de menor resolução para as maiores e mais legíveis. Como os telefones de bolso se tornaram mais capazes, os consumidores gastam cada vez menos tempo com os tablets. Menos de uma em cada cinco vendas de celulares agora é feita em um tablet. Isto ocorre provavelmente pelo fato de que fazer compras em um smartphone ser possível em quase todos os lugares, enquanto os tablets, devido à falta de conectividade móvel e portabilidade, não são tão onipresentes.

A ascensão do canal de compras móveis é cada vez mais evidente em todos os países do mundo, de acordo com os dados de que dispomos. No Brasil, a participação das vendas por smartphones aumentou 41% nos últimos 12 meses. Nos Estados Unidos, cresceu 14% só no ano passado. Em outros exemplos, as transações móveis são responsáveis por 40% das compras na América do Norte e até 52% na Ásia.

2. Promoção ativa de aplicativos de compras

É essencial que os varejistas reconheçam o papel dos dispositivos móveis na jornada dos compradores e aproveitem seus aplicativos. Entre aqueles que desenvolvem e promovem seus apps, as compras móveis já representam 63% de todas as transações. Se você acha que não precisa de um aplicativo porque as compras online, seja pelo navegador do dispositivo móvel ou desktop, são suficientes, pense novamente. As compras por aplicativos têm taxas de conversão três vezes maiores que no navegador, seja no celular ou tablet, e quase duas vezes maiores do que as feitas pelos computadores.

Se você está presente somente no ambiente online, o efeito da promoção de aplicativos é ainda maior. Varejistas exclusivamente online que promovem seus aplicativos veem que 31% de todas as transações são feitas somente por esse canal. Compare isso com os 21% de transações que os varejistas tradicionais registram em seus canais de compra no aplicativo.

3. Varejistas omnichannel

Os varejistas tradicionais ainda têm outro incentivo para promover seus apps – compras na loja. Embora as compras no aplicativo estejam se tornando mais importantes, isso não significa que as lojas físicas estejam morrendo. Os compradores continuam desfrutando de uma experiência na loja e da conveniência das compras online. Os varejistas podem criar opções em aplicativos móveis que tenham recursos na loja, como encontrar onde a loja mais próxima está ou acessar promoções.

O benefício não para apenas na primeira venda. Com uma abordagem omnichannel, os varejistas podem coletar mais de quatro vezes a quantidade de dados de vendas de um determinado consumidor, otimizando as vendas futuras e o marketing, obtendo sucesso a curto prazo.

Todos os dados que temos sobre compras em dispositivos móveis e a experiência omnichannel demonstram a importância de alavancar celulares e tablets no atual cenário de varejo. Isso torna seu produto mais acessível, sua loja mais conveniente e seu marketing mais direto. É a maneira mais rápida de tornar sua marca ainda mais relevante para seus clientes, tanto online quanto na loja.”

Fica a boa dica para os empresários.