Por que Encantar seus Clientes Pode ser a Melhor Estratégia de Crescimento para o seu Negócio?

Às vezes, quando vou ao shopping, fico observando as lojas. Por que umas têm tantos clientes e outras nenhum? Por que aquelas que oferecem o melhor produto nem sempre são as que mais vendem?

E mais: por que lojas que vendem exatamente os mesmos produtos, com os mesmos preços, podem ter resultados tão diferentes? A resposta parece óbvia, e você deve estar pensando nela: o atendimento!

Porém, atender bem deixou de ser um diferencial. As empresas precisam aprender a encantar seus clientes. E algumas empresas aprenderam a dominar essa arte.

Steve Jobs disse uma vez: “se você faz bons produtos, torne-os ainda melhores. Mas se faz um ótimo atendimento e entrega serviços de qualidade, então este é o seu negócio.” Quem já teve a oportunidade de fazer uma experiência de compra na Apple, sabe bem o que ele quis dizer.

No Brasil, algumas empresas se tornaram referência no atendimento ao cliente. Não por acaso, são as mesmas empresas que receberam milhões e milhões de dólares em investimentos e se tornaram unicórnios! Ou seja, valem mais de 1 bilhão de dólares.

O que elas fazem de especial? Têm uma Gestão de Negócios com Foco no Cliente. Você acha que os maiores bancos do Brasil têm menos tecnologia que o Nubank? Acha que eles têm menos dinheiro? Mas por que então o cartão roxinho é mais adorado pelos clientes?

A percepção clara é: o Nubank é uma empresa que coloca seus clientes em primeiro lugar. Eles são a sua prioridade! E isso não está apenas escrito nas paredes do escritório ou no site. Está explícito em ações que se tornaram virais no Brasil inteiro.

E quando o cliente é o coração da empresa, todas as inovações que surgem a partir daí trazem efeitos muito positivos e causam rupturas no mercado.

A tal “inovação” vem do relacionamento que você mantém com seus clientes. Eles são sua maior fonte de aprendizado

Manter clientes felizes, aliás, é uma estratégia de negócios fantástica. Tom Peters, economista americano, diz que “custa cinco vezes mais caro conseguir um novo cliente do que manter um que já se tem.”

Outro case fantástico de encantamento de clientes é o da Gympass, unicórnio brasileiro que disponibiliza acesso a mais de 23 mil academias, em 14 países, através de uma única assinatura mensal.

Mas por que uma plataforma de acesso a academias se transformou num negócio de mais de 1 bilhão de dólares? Porque a empresa colocou o cliente no centro e entendeu que o melhor para ele não era se prender a uma única academia, mas sim ter a liberdade de se exercitar em qualquer lugar, no horário que desejar.

Consegue perceber a diferença? Enquanto as empresas tradicionais lutam com seus modelos de negócio, aquelas que se preocupam com os clientes encontram formas de se diferenciar e crescer de forma exponencial a partir disso. Tudo isso baseado numa Gestão Focada no Cliente!

 

Conheça aplicativos de fotos para compartilhar imagens com seguidores

O Instagram é a rede social de foto mais conhecida, com 66 milhões de perfis registrados por brasileiros só em 2019. Mas há outras alternativas de aplicativos para postar fotos e receber comentários de seguidores em celulares com Android e iPhone (iOS).

Entre as opções estão We Heart It, Vero e Candowell. Esse último, por exemplo, promete doar 30% da renda obtida com publicidade a projetos socioambientais. Já o Pinterest é mais focado em sugerir ideias para casamento, roupas e outras áreas, e não oferece muitas funções de rede social. Confira na lista a seguir cinco redes sociais de fotos para se distrair.

1. Candowell
Candowell é a rede social “do bem” criada por brasileiros. O aplicativo apresenta um layout bem similar ao Instagram, mas não oferece filtros para editar fotos. É possível postar imagens tiradas diretamente do app ou da galeria, seguir e acompanhar os usuários, criar grupos e conversar via chat.

O diferencial do serviço está na proposta de destinar 30% da renda de publicidade a projetos socioambientais, então os usuários fazem parte desse projeto ao criarem uma conta no Candowell.

2. Pinterest
Pinterest permite compartilhar imagens e vídeos de assuntos variados. Os usuários costumam compartilhar imagens criativas de temas que gostam, como adereços para o carnaval, maquiagens, viagens, decorações, animais, desenhos, séries e mais. Assim, o aplicativo oferece uma infinidade de fotos para se inspirar e criar novas ideias.

É possível encontrar fotos a partir da busca textual da barra de pesquisa, e favoritar os posts preferidos. Os usuários podem organizar as ideias em pastas temáticas para outras pessoas acessarem. Um ponto negativo do app é a disposição das fotos no feed, que pode resultar na visualização de cerca de cinco imagens de uma só vez e gerar um certo desconforto às vezes. O aplicativo está disponível para Android e iPhone.

3. Instagram
O Instagram é a rede social de foto mais conhecida da lista. Entre as funcionalidades disponíveis estão a postagem de fotos e vídeos, presença de filtros e ferramentas de edições, chats e Stories. Além disso, há o Instagram Ads, ferramenta de anúncio da plataforma, e o IGTV, plataforma de vídeos longos.

Entre os fatores positivos do Instagram estão o grande número de usuários e a variedade de ferramentas. Além disso, a enorme quantidade de famosos na plataforma permite que os fãs acompanhem o dia a dia de ídolos com facilidade pelo aplicativo. Já entre os pontos negativos estão os anúncios que aparecem no feed e a forma obscura como os algoritmos funcionam.

4. We Heart It
O We Heart It é uma plataforma similar ao Pinterest e é um dos pioneiros em compartilhamento de imagens. O aplicativo é uma rede social de fotos que reúne imagens sobre moda, fotografia, papéis de parede, séries, filmes e mais.

O We Heart It se autodenomina uma comunidade e, diferente de outras redes sociais de fotos, como Instagram e VSCO, os usuários preferem postar fotos de coisas que gostam a selfies. Essa prática faz com que o app abrigue vários conteúdos de bandas, séries e animes. O We Heart It permite postar imagens e vídeos e criar coleções de fotos de acordo com um tema em comum.

5. Vero
A rede social de foto Vero, disponível para Android e iPhone, tem como proposta oferecer aos usuários uma experiência sem publicidades e algoritmos. A ordem dos posts é estabelecida a partir do horário de publicação, de forma que as postagens mais recentes aparecem primeiro. O design do Vero é agradável e apresenta um layout um pouco mais sofisticado do que os aplicativos concorrentes.

O cadastro é desvinculado de qualquer outra plataforma, impossibilitando o uso de outras redes sociais para criar uma conta. O app tem configurações de privacidade de fácil acesso, o que é um ponto positivo. O programa disponibiliza filtros, permite postar imagens e vídeos, e ainda é possível compartilhar nomes de filmes, livros e músicas.

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Fonte: https://www.techtudo.com.br

Varejistas precisam adotar apps agora ou enfrentarão a obsolescência

 

Em texto de Alessander Firmino – Diretor Geral da Criteo para o Brasil e América Latina, feito dia 19 de Fevereiro de 2019 no blog Administradores Midias Sociais S.A, é dito que o número de compradores que usam dispositivos móveis e aplicativos para transações aumentou significativamente no último trimestre.

“A mudança para uma sociedade dominante em tecnologia alterou a forma como os consumidores interagem com os varejistas e gastam dinheiro. Na esteira dos recentes fechamentos de grandes marcas e da crescente presença de gigantes do comércio eletrônico, as empresas agora estão em alerta máximo e enfrentam uma pressão crescente para adotar o modelo omnishopper para se manterem competitivas.

No estudo da Criteo, intitulado “Análise do E-Commerce no Mundo”, referente ao terceiro trimestre de 2018, os dados indicam que promover um aplicativo e adotar uma estratégia de marketing omnichannel é a chave para o sucesso contínuo. Três tendências surgiram neste competitivo mercado global, moldando as estratégias de varejo e o futuro das vendas nos mundos físico e online.

1. Crescimento do mobile

Os consumidores têm uma variedade de opções para atender às suas necessidades de compra, incluindo a Internet, o desktop ou telefone celular, e as tradicionais lojas de rua ou shoppings centers. Mas um canal tem ganhado destaque – ainda dentro dos dispositivos móveis, os aplicativos. Os consumidores foram cativados pelos smartphones e suas capacidades cada vez maiores, bem como os tamanhos de tela e conveniências. Por sua vez, mais e mais compradores gastam dinheiro usando um aplicativo. Nunca foi tão importante para os varejistas aproveitarem essa oportunidade para alcançar os consumidores em seus próprios aparelhos.

O número de compradores que usam dispositivos móveis e aplicativos para transações aumentou significativamente no último trimestre. As transações na web e em apps cresceram a um ritmo constante, à medida que os consumidores se acostumaram mais a fazer compras por meio de celulares. Essa tendência foi impulsionada pela transição de telas menores e de menor resolução para as maiores e mais legíveis. Como os telefones de bolso se tornaram mais capazes, os consumidores gastam cada vez menos tempo com os tablets. Menos de uma em cada cinco vendas de celulares agora é feita em um tablet. Isto ocorre provavelmente pelo fato de que fazer compras em um smartphone ser possível em quase todos os lugares, enquanto os tablets, devido à falta de conectividade móvel e portabilidade, não são tão onipresentes.

A ascensão do canal de compras móveis é cada vez mais evidente em todos os países do mundo, de acordo com os dados de que dispomos. No Brasil, a participação das vendas por smartphones aumentou 41% nos últimos 12 meses. Nos Estados Unidos, cresceu 14% só no ano passado. Em outros exemplos, as transações móveis são responsáveis por 40% das compras na América do Norte e até 52% na Ásia.

2. Promoção ativa de aplicativos de compras

É essencial que os varejistas reconheçam o papel dos dispositivos móveis na jornada dos compradores e aproveitem seus aplicativos. Entre aqueles que desenvolvem e promovem seus apps, as compras móveis já representam 63% de todas as transações. Se você acha que não precisa de um aplicativo porque as compras online, seja pelo navegador do dispositivo móvel ou desktop, são suficientes, pense novamente. As compras por aplicativos têm taxas de conversão três vezes maiores que no navegador, seja no celular ou tablet, e quase duas vezes maiores do que as feitas pelos computadores.

Se você está presente somente no ambiente online, o efeito da promoção de aplicativos é ainda maior. Varejistas exclusivamente online que promovem seus aplicativos veem que 31% de todas as transações são feitas somente por esse canal. Compare isso com os 21% de transações que os varejistas tradicionais registram em seus canais de compra no aplicativo.

3. Varejistas omnichannel

Os varejistas tradicionais ainda têm outro incentivo para promover seus apps – compras na loja. Embora as compras no aplicativo estejam se tornando mais importantes, isso não significa que as lojas físicas estejam morrendo. Os compradores continuam desfrutando de uma experiência na loja e da conveniência das compras online. Os varejistas podem criar opções em aplicativos móveis que tenham recursos na loja, como encontrar onde a loja mais próxima está ou acessar promoções.

O benefício não para apenas na primeira venda. Com uma abordagem omnichannel, os varejistas podem coletar mais de quatro vezes a quantidade de dados de vendas de um determinado consumidor, otimizando as vendas futuras e o marketing, obtendo sucesso a curto prazo.

Todos os dados que temos sobre compras em dispositivos móveis e a experiência omnichannel demonstram a importância de alavancar celulares e tablets no atual cenário de varejo. Isso torna seu produto mais acessível, sua loja mais conveniente e seu marketing mais direto. É a maneira mais rápida de tornar sua marca ainda mais relevante para seus clientes, tanto online quanto na loja.”

Fica a boa dica para os empresários.

 

Aplicativo como tendência – Entenda

A maioria das revoluções tecnológicas têm sentido desde sua criação, fazer de uma forma mais fácil, algo que nos toma tempo e energia. Evoluindo este conceito, os Smartphones foram criados e logo em seguida, os aplicativos, contribuindo com a ideia de facilidade, de ter o que você quer ou precisa, na palma da sua mão.

Utilizar um aplicativo, pode facilitar a relação entre empresa e consumidor. Possibilita informá-lo de novidades, oferecer suporte, alertar para eventos, vender seus produtos e por aí vai. Mas, o grande diferencial, é a exclusividade do canal e a certeza que consumidor pode ter, tanto  da qualidade da informação, quanto a garantia de achar o que procura.

Confirmando estas tendências de procura de informação e interatividade com o consumidor intensificada pelo aplicativo, o Netflix, nesta sexta-feira (09/03/2018), anunciou o lançamento de diferenciais exclusivos para seu aplicativo, procurando melhorar a qualidade para seus usuários, oferecendo um formato de teaser de lançamento, disponível somente para smartphones.  Recentemente, a empresa havia informado que 20% dos seus usuários, assistem séries e filmes, utilizando seus telefones e mais de 50% acompanham as novidade da plataforma pelo aplicativo.

Fonte:https://exame.abril.com.br/tecnologia/app-da-netlifx-lanca-formato-exclusivo-para-celulares/

Fonte da Imagem: https://abrilexame.files.wordpress.com/2017/08/netflix-lucas-agrela.png?quality=70&strip=info&crop=true&w=680&h=453

Confira as 4 tendências de tecnologia mobile para 2017

1. A popularização da Internet das Coisas.

Internet das Coisas é uma revolução que está intrinsecamente ligada à tecnologia mobile. Hoje, já é possível controlar desde a iluminação de sua casa até o tempo de preparo de um alimento com auxílio do celular ou tablet. E a tendência deve se fortalecer nos próximos anos.

Veremos cada vez mais produtos conectados e encontraremos aplicações inusitadas para nossos dispositivos móveis. Segundo o Gartner, até 2020 cerca de 26 bilhões de dispositivos deverão estar conectados à internet.

Esse crescimento vai significar um novo jeito de lidar com as coisas, transformar a experiência do cliente e mudar a forma como interagimos com a tecnologia.

2. A revolução do marketing digital e a chegada dos chatbots.

A grande tendência do marketing digital em 2017 são os chatbots, empregados por muitas empresas para realizar o atendimento de seus clientes. Essa tecnologia tem evoluído e, em breve, além de responder a solicitações simples, os chatbots vão conseguir, graças à inteligência artificial, lidar com demandas cada vez mais complexas.

Isso significa um relacionamento com o cliente menos complicado e soluções mais ágeis e eficazes para os negócios. Chatbots são uma forma de entregar a informação que seu consumidor procura na hora que ele solicita.

Veremos sua popularização criar métodos mais eficientes de vendas, como já acontece com o chatbots da Taco Bell, nos Estados Unidos. Por meio da interface é possível realizar um pedido sem precisar sair do seu aplicativo de mensagens favorito.

3. A mudança de comportamento do consumidor que já compra mais pelo mobile.

Se as vendas no mobile já estavam entre nossas maiores preocupações há três anos, quando grandes empresas adotaram layouts responsivos, a tendência é que esse mercado cresça ainda mais. Hoje, 19% das compras realizadas pela internet são feitas com auxílio de um telefone, e não é difícil entender porquê.

Comodidade, praticidade e a popularização dos aplicativos de e-commerce tornaram mais simples adquirir bens e serviços pelo celular. Sites mobile first, prontos para receber esses clientes e com excelente usabilidade, também têm papel importante nessa mudança de comportamento.

O consumidor está finalmente pronto para fechar negócio em apps, e quem investiu nesse mercado já está colhendo seus frutos. Na Black Friday, cerca de 35% das vendas foram realizadas dentro de aplicativos.

4. A entrada de pequenos e médios negócios no universo dos aplicativos corporativos.

Para os pequenos negócios, até pouco tempo atrás criar um aplicativo mobile não era uma expectativa realista. Preços altos e poucas chances de retorno afastavam ao microempreendedor de seu próprio app.

Hoje, pequenos negócios podem criar aplicativos para seus clientes com um investimento muito mais baixo do que a alguns anos atrás e, se organizar melhor internamente também com o auxílio dessa tecnologia. Em 2017, mais da metade deles deve entrar nesse mercado com força total.

Os objetivos são vendas maiores, uma experiência de consumo enriquecedora e a possibilidade de entrar em novos mercados.

Fonte: Organicadigital