Tecnologia como saída para a Crise

Investir em tecnologia muitas vezes pode parecer algo para os grandes ou até mesmo supérfluo, mas na verdade faz uma grande diferença quando pensamos em produtividade, mais especificamente custo e eficiência em processos.

Utilizar a tecnologia para melhorar a forma de executar atividades é uma das principais vantagens adquiridas com o investimento, tendo impacto direto no rendimento do capital investido em outras áreas, tempo necessário para conclusão de atividades e facilidade de execução. Possibilitando destinar a força de trabalho para os segmentos onde realmente dependem da inteligência e capacidade de raciocínio do trabalhador, muitas vezes resolvendo problemas de atendimento ao cliente, capacidade de gerenciar a operação, criação de novas campanhas, prospecção de novos clientes e até mesmo diminuindo o número de erros.

Todos estes fatores combinados são de extrema importância para o funcionamento adequado de uma organização, onde começamos a ver cada vez mais a tecnologia nos substituir em trabalhos exaustivos ou de alta complexidade. Mas além de reduzir custos, despesas e diminuir possibilidade de erro, também favorece o crescimento em grande escala por adquirir tempo para investir em leads e em clientes.

Utilize os serviços da TruckTin para ter acesso a tecnologias  de gestão confiáveis e realmente úteis para a sua empresa.

Lucre mais com seus clientes

Um dos erros mais comuns de uma empresa, é deixar de extrair o máximo do seus clientes que já estão na casa, que foram atraídos por um produto específico, mas que talvez também se encaixem em muitos outros.
Pensando como cliente do seu negócio, o que você gostaria de comprar? como você gostaria de comprar? e o mais importante, por que você retornaria?

Existe diversos motivos para voltar a uma loja ou contratar um serviço novamente, desde a forma como foi atendido, estilo de apresentação do seus produtos e até a estética da loja.
Mas, além de investir quando temos contato com o consumidor, por que não estar presente quando estamos longe? Proporcionando uma experiência de marca, mostrando seus valores empresariais, produtos, conteúdos com informações úteis, mostrando valor de marca a seus cliente e caminhar para uma possível fidelização.
Utilizar ferramentas como redes sociais e aplicativos, de forma a atingir seu público no cotidiano, é uma estratégia efetiva para construir o relacionamento entre empresa e cliente.
Que normalmente, acaba por ser um grande influenciador no momento de decisão de compra.

A empresa que sempre esteve presente, com informações pertinentes, uma presença maior na vida do cliente, tem vantagem por credibilidade, por não se afastar do seu consumidor e mostrar que realmente quer entregar o melhor de seus serviços ou produtos.
Pensando como o consumidor novamente, qual empresa você iria escolher, a que sempre está presente no seu dia a dia, fácil de lembrar e de fácil acesso? ou a empresa que acabou de conhecer pela ferramenta de busca?

Utilize nossos serviços para ter um aplicativo e melhorar o contato com seus clientes.

Adeus, papel: TSE lança título de eleitor digital como aplicativo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta sexta-feira (1) no E-título, um documento digital como aplicativo que poderá substituir o título eleitoral usado até hoje. Segundo o anúncio, cidadãos já poderão utilizar o E-título nas eleições de 2018.

De acordo com o TSE, o aplicativo serve para sistemas operacionais Android e iOS, sendo disponibilizado via Google Play Store e Apple App Store. Porém, apenas usuários Android podem realizar o download por enquanto — usuários iOS poderão baixar o app nas próximas semanas.

O E-título é mais completo que o título comum. Nele, o cidadão deve encontrar mais informações, como a quitação eleitoral, dados sobre cadastramento biométrico e endereço do local de votação — com um mapa mostrando o local —, de acordo com o G1.

Segundo o TSE, “para o eleitor, o benefício virá na facilidade de ter os seus dados eleitorais sempre seguros e disponíveis, diminuindo os riscos de extravios e danos ao título de eleitor. Também o tempo de atendimento nos cartórios eleitorais – relativo a impressão, assinatura e entrega do título – será consideravelmente reduzido. Por fim, haverá a diminuição da necessidade de deslocamentos até o cartório eleitoral”.

Para validar o E-título nas zonas eleitorais, o usuário exibirá um GQ Code presente no app. Dessa maneira, todo o processo do mesário anotar os seus dados poderá ser agilizado. O novo documento digital foi desenvolvido integralmente pela Justiça Eleitoral, sendo uma iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) adotada pelo presidente do TSE, Gilmar Mendes, para distribuição nacional.

 

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/124819-adeus-papel-tse-lanca-titulo-eleitor-digital-aplicativo.htm

 

Como criar uma conta Apple Developer

Para disponibilizar na Apple Store é necessário a criação de uma conta Developer na loja online da Apple. Há três tipos de conta:

iOS Developer Program (Pessoa física ou Empresas)
Develop In-House iOS Apps for Your Enterprise (Empresas, uso interno)
Teach iOS Development at Your University (Professores e seus alunos)
Entretanto, apenas a conta iOS Developer Program é voltada para desenvolvedores individuais (Pessoa física). Neste Tutorial iremos focar nesta conta, explicando, o passo a passo de como criá-la.

IMPORTANTE: Esta conta possui um custo de $99,00 dólares anuais.

PRIMEIRO PASSO – APPLE ID
Acesse o site: http://appleid.apple.com.

Clique em Create Your Apple ID e siga os próximos passos.

Preencha todos os dados. O Apple ID deve ser um email válido, pois será confirmado posteriormente.

A senha deve atender alguns critérios, tais como:

Possuir ao menos uma letra;
Ao menos uma letra maiúscula;
Ao menos um número;
Não repetir letras consecutivas;
Não repetir o nome da conta;
Ter no mínimo 8 caracteres.

Escolha Brasil e preencha o captcha. Clique em Continue para seguir com o cadastro.

O próximo passo será aguardar o email de verificação da Apple para confirmar seu cadastro.

Finalizamos a criação do Apple ID com a tela – Account, contendo seus dados de cadastro.

CADASTRO DO APPLE ID COMO DESENVOLVEDOR
Agora com Apple ID aprovado. Acesse a página http://developer.apple.com e clique no menu Account.

Utilize o email e senha do seu recente Apple ID, aceite o contrato de privacidade da Apple para acessar o ambiente developer

APPLE DEVELOPER PROGRAM
No link abaixo você inicia o cadastro para o Apple Developer. Clique no botão Start Enrollment.

https://developer.apple.com/programs/enroll/

O cadastro como Organization precisa de um D-U-N-S Number da empresa. Que representa um CNPJ internacional para identificação da empresa junto a Apple.

Para seguir o cadastro como indivíduo selecione a opção Individual /Sole Proprietor / Single Person Business e clique em Continue.

COMPLETE YOUR PURCHASE

Para ficar habilitado a publicar na Apple app store é preciso manter a conta Developer ativa com investimento de $99.00 por ano.

ENTER YOUR PAYMENT INFORMATION

A última etapa desta parte é o pagamento da taxa de $99.00. Após a confirmação você receberá um email para ativar sua conta Developer e poder, enfim, publicar seu primeiro App!

DÚVIDAS FREQUENTES

1 – Que tipo de pagamento é aceito?
A Apple aceita pagamento em catão de crédito, nas bandeiras Visa, Mastercard, Discover, or American Express.

2 – É possível usar o cartão de crédito de terceiros?
A informação de pagamento deve coincidir com os dados de cadastro. Ou seja, o titular do cartão deve ser o mesmo do cadastro como developer.

3 – Quando o acesso a conta é liberado?
Uma vez processado o pagamento será enviado um email do Apple Developer Program Support com o link para ativação da conta. Em média o processo de liberação ocorre em dois dias.

APPLE DEVELOPER ACCOUNT

Após realizar todas as etapas sua Apple Developer será liberada.

10 tendências das mídias sociais para o próximo ano

Para oferecer ao mercado as mais abrangentes e precisas informações sobre consumo, desempenho e planejamento de mídia, a Kantar IBOPE Media compartilha um estudo global da Kantar Media, com as 10 tendências das mídias sociais para 2017. Confira as análises completas no site da empresa. Abaixo, uma breve introdução do estudo:

1. Snap e Facebook: muito além do social – Diversificação como chave para o sucesso

Conquistar uma grande base de usuários de redes sociais já não é mais suficiente para as companhias que surgiram com foco neste segmento. A Kantar Media detalha como Snapchat e Facebook estão inovando na busca por novos usuários ativos.

2. Surfando a onda da “Realidade Aumentada” – O auge do ambiente web

Bastante popularizada a partir do fenômeno Pokemon Go, a chamada Realidade Virtual já chama atenção de diversos players do mercado de tecnologia – como Google, Apple, Facebook, Snap, Twitter e Amazon – e de veículos de mídia como o The New York Times.

3. A revolução da distribuição de conteúdo – A era das experiências

A distribuição de conteúdo costumava ser bem simples. Mídias e marcas publicavam nos seus sites/blogs e compartilhavam estes conteúdos nas redes sociais. Este processo evoluiu intensamente e a proliferação de canais de comunicação exigiu das marcas o desenvolvimento de conteúdos específicos e abordagens customizadas para cada um deles.

4. Os chatbots chegaram… mas não estão sozinhos – Iluminando o “dark social”

O movimento dos consumidores em direção ao uso massivo dos apps de mensagens já provoca, desde 2014, uma movimentação das marcas no mesmo caminho. Em 2016, os chatbots de atendimento – aplicativos que reproduzem códigos de conversas para gerar uma comunicação automatizada com os usuários – surgiram como outra grande tendência a se observar.

5. O crescimento das redes de pergunta e resposta – Celebridades e influenciadores ao seu dispor

Começou na China e agora está se espalhando por outros mercados ao redor do mundo, a adoção em massa de serviços de Q&A que permitem o envio de perguntas para celebridades e influenciadores. A Kantar Media analisa o lançamento do “Record” – app independente do LinkedIn.

6. Programas de influenciadores: aposta da moda ou sábio investimento? – A economia da confiança é mais que uma tendência

Em um cenário em que a identidade da marca não é mais restrita à sua própria mensagem, mas sim um reflexo das experiências coletivas de seus consumidores e fãs que seguem a companhia, a confiança é um atributo de suma importância. Neste contexto, o marketing de influenciadores se destaca. A linguagem moderna da confiança é engenhosa e, acima de tudo, alimentada por ótimas influências, classificações e críticas.

7. Redes sociais e TV: o casal do futuro – Ponto de partida para uma nova geração de telespectadores

As redes sociais sempre tiveram um vínculo com o conteúdo de TV/vídeo. Agora, o fenômeno “Social TV” marca a união da televisão com essas mídias, por meio das milhões de pessoas que compartilham as suas experiências com outros telespectadores nas redes sociais. O Kantar Twitter TV Ratings monitora as conversas sobre TV no Twitter. Em todos os mercados onde o serviço está disponível (Reino Unido, Espanha, Filipinas, Turquia e Brasil), descobrimos que as conversas fora da janela de transmissão tornaram-se maiores do que aquelas que acontecem durante a transmissão. Com as audiências discutindo os programas fora do horário de transmissão, vídeo e TV continuam se estendendo por meio das redes sociais.

8. Fale! – Os assistentes virtuais querem antecipar os seus desejos

Nas pesquisas feitas na internet, as perguntas realizadas com recursos de voz dobraram de 2014 para 2015. A ferramenta é mais uma evolução nos mecanismos de busca na web, que hoje já permitem a personalização de resultados por geolocalização e até uma compreensão melhor da intenção dos usuários. A ideia é que as ferramentas de pesquisa de fato tragam respostas às perguntas dos usuários, e não apenas resultados de uma busca.

9. Social commerce: quem será a galinha dos ovos de ouro? – Pinterest reivindica o trono

Ainda que as redes sociais tenham lançado recursos e ferramentas para facilitar a compra de produtos e serviços a partir de seus canais, a conversão ainda é complexa e apresenta resultados aquém das expectativas. Uma exceção parece ser o Pinterest. Uma pesquisa da Kantar Millward Brown relatou que 96% dos visitantes da rede social de compartilhamento de fotos usam o site para planejar uma compra, e 87% realmente fizeram uma compra depois de ver algo que apreciaram. Por isso, a capacidade do Pinterest gerar vendas é um importante diferencial da plataforma.

10. Office War! – Tormenta para Slack e outros players

O mercado de ferramentas digitais para comunicação dentro das empresas ainda é muito fragmentado. Este é um setor que enfrenta desafios como a falta de compatibilidade entre diferentes recursos e a resistência de algumas companhias em adotar ferramentas sociais por considerarem que elas desviariam a atenção dos funcionários. No entanto, a crescente presença de Millennials na força de trabalho tende a mudar esse quadro — muitos deles veem as mídias sociais como a melhor maneira para romper as barreiras de comunicação, especialmente em grandes empresas.

Cinco desafios de TI que afetam o setor financeiro

O setor financeiro tem enfrentado diversos desafios nos últimos anos. Muitos deles estão relacionados com operar em um novo contexto econômico que se formou após a crise financeira, restaurar a confiança pública no setor e competir com novos concorrentes que são inovadores, agressivos e não-tradicionais.

Com a ascensão da Fintech em um mundo digitalizado, as instituições financeiras correm para incorporar tecnologias de nova geração e encantar seus clientes com experiências mobile e digitais aprimoradas. Porém, manter-se atualizado em inovações tecnológicas por si só apresenta desafios. A insegurança cibernética, a redução de custos, as normas regulatórias, assim como plataformas de próxima geração e mudanças de processos resultantes de novas tecnologias são apenas alguns deles. As soluções para muitos desses desafios estão a cargo da área de TI.

Estes são os cinco maiores desafios de TI que as instituições financeiras enfrentam atualmente:

– Reduzir falhas de segurança e roubos cibernéticos, e ao mesmo tempo ampliar o valor comercial do relacionamento com os clientes;
– Cumprir as normas regulatórias (compliance);
– Transformar os negócios para abrir as portas para experiências mobile e digitais;
– Alavancar tecnologia para assegurar vantagens competitivas;
– Usar tecnologia para melhorar o desempenho geral da rede.

Infelizmente, novas tecnologias também criaram novos riscos à segurança. Especificamente, falhas de segurança e ransomware, que estão mais organizados do que nunca, geram novos e variados tipos de roubos de informações pessoalmente identificáveis (personally identifiable information, PII), dados financeiros, de comportamento e históricos. Dois exemplos são a incrível transferência fraudulenta de US$ 81 milhões do Bangladesh Bank, ou o recente roubo cibernético do Tesco Bank, que ilustram como as abordagens tradicionais para a segurança não são suficientes ou, pior ainda, como as empresas não estão levando a ameaça a sério. O Kaspersky labs relatou que os ataques de phishing financeiro nunca foram tão altos como em 2016, sendo que os ataques financeiros correspondem a quase metade (47,48%) dos 155 milhões de casos de phishing registrados.

Mas os desafios de TI não se restringem apenas à segurança. Instituições financeiras devem lidar com questões regulatórias, como a Lei Dodd-Frank de Reforma de Wall Street e de Proteção ao Consumidor, criadas para gerar mais transparência e estabilidade no sistema bancário global. Além disso, no novo ambiente econômico, digitalizado e em transformação, algumas das mudanças tecnológicas dinâmicas requerem que as instituições financeiras se adaptem rapidamente a plataformas novas e de próxima geração, com mobile banking e segurança cibernética robusta. Núcleos de sistemas de TI desatualizados são uma preocupação importante para os banqueiros globais, pois, em geral, eles se traduzem em baixa integração de redes e na criação de pontos cegos, quando distintas redes de dados corporativas, ao tentar se comunicar entre si, transmitem dados incorretamente.

Pontos cegos são áreas sobre as quais a TI não tem visibilidade completa em relação ao que está acontecendo na rede ou de como os aplicativos estão se comportando. Não realizar o investimento em sistemas seguros e ágeis que ampliem os serviços bancários digitais e mobile pode resultar em perdas significativas e, ao mesmo tempo, reforçar o risco de ataques cibernéticos. O problema é que o consumidor está sempre um passo à frente, buscando impacientemente aplicativos digitais e mobile para sua maior comodidade. Logo, instituições financeiras e bancos que esperam para atualizar seus sistemas enfrentam séria concorrência de um conjunto de inovadores disruptivos capazes de oferecer aos consumidores experiências semelhantes e acessíveis por meio de toda uma diversidade de canais.

O sucesso dessas instituições é altamente dependente de como elas alavancam as inovações tecnológicas, em especial em relação à consumerização. Os consumidores hoje exploram aplicativos de serviços de mobile banking e financeiros que lhes permitem realizar transações online a qualquer momento. Comércio e serviços bancários online estão oferecendo cada vez mais comodidade por meio de estratégias BYOD (bring your own device ou traga seu próprio dispositivo) em oposição ao serviço que depende que o cliente vá fisicamente até o banco. Em todo caso, nem todo consumo é igual ou linear. Esse serviço precisa ser constantemente gerido para não travar a rede com arquivos pesados demais.

Para todos os serviços em um ambiente rápido de alta tecnologia, os sistemas precisam ser robustos, de alto desempenho e seguros. Isso inclui a visibilidade de potenciais problemas de redes e de aplicativos que possam surgir das novas tecnologias, e a capacidade de melhorar o desempenho da rede. Visibilidade de rede e testes de soluções estão disponíveis para ajudar a superar esses desafios. O segredo é eliminar os pontos cegos das redes, realizar as principais avaliações de redes e fortalecer o poder da tecnologia.

Então, como a TI supera esses desafios? Independente de a instituição financeira ser um banco, uma cooperativa de crédito, uma corretora, ou uma empresa de investimento ou de seguro, tudo começa com a arquitetura da visibilidade. Arquitetura da visibilidade é uma expressão meio pomposa para designar a ação de voltar atrás e buscar uma visão holística de sua rede, determinar que tipo de monitoramento de dados é necessário, de onde coletar os dados e como passar os dados para as ferramentas de monitoramento e segurança. As arquiteturas de visibilidade em geral acarretam a adição de taps e network packet brokers (“torneiras” de dados e “corretores de pacotes” de redes) para capturar e filtrar os dados monitorados. Uma vez que você fizer isso, você terá os dados necessários para reduzir/eliminar muitas questões relacionadas a segurança e desempenho.

Outra ação crucial é realizar avaliações de redes. Esse procedimento inclui testes de segurança da rede, testes das redes de Wi-Fi e testes de desempenho tanto dos dispositivos com fio quanto dos sem fio. Testar as soluções ajuda a identificar problemas antes que eles se tornem questões graves. Implantar uma tecnologia testada e correta para substituir processos manuais e desatualizados é o melhor caminho para atingir sucesso de longo prazo.

Sobre a Ixia

A Ixia, agora parte da Keysight Technologies, fornece soluções de testes, visibilidade e segurança para fortalecer redes e ambientes de nuvem para empresas, fornecedores de serviços e produtores de equipamentos de rede. A Ixia oferece ambientes confiáveis nos quais as companhias podem desenvolver, implementar e operar. Consumidores ao redor do mundo confiam na Ixia para verificar seus designs, otimizar sua performance e assegurar a proteção de suas redes e ambientes de nuvem.

Fontes: Segs.com 

Governo oferece incentivo a e-commerce e firma protocolos com varejistas

 

O governador Beto Richa assinou nesta quarta-feira (12) decreto que regulamenta os incentivos do Programa Paraná Competitivo para empresas de e-commerce. Agora, o Estado entra na disputa por empresas que vendem pela internet em operações interestaduais e oferece a elas condições concorrenciais.
Com as novas regras para a modalidade de comércio eletrônico, o governo firmou, de imediato, protocolos de intenção de investimento com quatro grandes varejistas: Lojas Colombo, Gazin, Multiloja e MadeiraMadeira. Somados, os investimentos das quatro chegam a R$ 25 milhões e serão gerados mais de 100 empregos.
“O segmento de comércio eletrônico tem crescido muito e se modernizado. Nós queríamos criar uma alternativa para que pudéssemos ampliar os investimentos nesse setor, que passa agora a receber benefícios do Paraná Competitivo”, afirmou Richa. “Esses protocolos assinados hoje vão propiciar mais empregos e mais renda”, disse ele.
Richa lembrou que o Paraná é um dos poucos estados com saldo positivo na abertura de empregos no Brasil. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), são 25 mil novos postos de trabalhos criados em 2017. “O ambiente que criamos no Paraná para investimentos, com segurança jurídica e muito diálogo, tem feito a diferença”, afirmou o governador, ressaltando que o programa Paraná Competitivo permitiu o maior ciclo industrial do Estado.
O secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, afirmou que no segmento de comércio eletrônico, mais do que o valor do investimento na operação, o que interessa é o volume de mercadorias que essas empresas vão movimentar a partir do Estado e quanto elas vão faturar. “Ao oferecer condições fiscais adequadas para que as empresas venham se instalar aqui, estamos fortalecendo uma atividade que cresce a cada ano. São investimentos importantes para emprego e renda e também arrecadação, que poderá ser revertida em benefício da população em áreas como educação, segurança, saúde e assistência social”, disse.
CARGA TRIBUTÁRIA – O secretário explicou que as empresas terão uma redução da sua carga tributária, tornando as vendas mais competitivas em relação a outras companhias situadas em outros Estados.
Para as empresas de e-commerce instaladas no Paraná que venderem a outros Estados haverá a concessão de crédito presumido de ICMS em operações interestaduais tributadas que destinem mercadorias ao consumidor final.
O decreto prevê uma redução da carga tributária mínima para os próximos exercícios. Ela sai de 2,7% do valor da operação até o fim de 2017, vai para 2,1% em 2018 e para 1,5% em 2019 e 2020. O decreto prevê, ainda, incentivos para mercadorias importadas e vendidas pela internet.
A novidade soma-se à medida tomada no fim de maio, quando o governo anunciou que empresas enquadradas no Paraná Competitivo poderiam usar em 2017 até R$ 100 milhões em créditos acumulados de ICMS para aquisições de bens do ativo imobilizado, inclusive peças e partes de máquinas, e material destinado a investimentos no Estado.
INVESTIMENTO E EMPREGO – O Paraná Competitivo foi criado pelo governador Beto Richa em 2011. Em março, cumprindo uma promessa para a atual gestão, ele foi ampliado com o objetivo de atrair novos investimentos. O novo programa incluiu mais segmentos, como e-commerce e comércio atacadista industrial, além de permitir ao investidor a utilização de créditos de ICMS para investimentos no Estado.
Desde o lançamento, o Paraná Competitivo contabiliza R$ 42,5 bilhões em investimentos. O número de empregos diretos gerados por meio dos incentivos concedidos é de cerca de 100 mil – passando de 400 mil se forem considerados os empregos indiretos.
Segundo o governador, o diálogo com os investidores, a segurança jurídica garantida pelo governo estadual e programas qualificados de incentivo ajudam a explicar os resultados alcançados do programa.
O Paraná, afirmou Richa, realmente está em uma posição diferenciada em relação aos outros Estados. “A economia paranaense cresceu, no primeiro trimestre, 2,5%, enquanto a brasileira recuou 0,4% na mesma base de comparação”, citou.
VAREJISTAS – Conheça mais sobre as primeiras empresas que vão abrir operações de e-commerce no Paraná AQUI 
PRESENÇAS – Participam do evento o secretário chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni; o secretário de Planejamento, Juraci Barbosa Sobrinho; o vice-presidente da Assembleia Legislativa, Guto Silva; o líder do governo na Assembleia, Luiz Claudio Romanelli; os deputados estaduais Alexandre Curi e Pedro Lupion; o procurador-geral do Estado, Paulo Rosso; o chefe do escritório do Paraná em Brasília, Luciano Pizzatto; o diretor da Fetranspar, Sebastião Motta; o gerente de desenvolvimento empresarial da Agência Paraná de Desenvolvimento (APD), Jean Alberini; e o diretor de relações institucionais da Fecomércio, Walter Xavier.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br

M-commerce: 10 razões indiscutíveis para investir nesse mercado

Se há uma certeza no comércio é que ele está cada vez mais móvel. Para você ter uma ideia, o m-commerce, em 2016, foi responsável por 21,5% das compras eletrônicas, segundo dados do Ebit. Isso sem contar os consumidores que usam os dispositivos móveis para buscar produtos e serviços.

Para 2017, a estimativa é que a participação dos dispositivos móveis nas compras virtuais tenha um crescimento de 41% (podendo chegar aos 32% até o fim do ano). Isso é natural, considerando que boa parte das pessoas faz quase tudo pelo celular atualmente.

É muito comum, hoje em dia, ir a uma loja e, ao chegar lá, pesquisar um produto pelo celular. Os motivos são muitos: ver se o preço está adequado, saber se a mesma loja oferece descontos para compras online, procurar opiniões de quem já tem o produto e assim por diante.

O sucesso que o e-commerce teve há pouco mais de 10 anos se transferiu agora para o m-commerce. Se é extremamente prático fazer compras pelo celular, porque o consumidor usaria um desktop ou um notebook, não é mesmo?

Comportamento do consumidor

Por todos esses motivos, a perspectiva é que esse tipo de compra cresça: até 2020, devem haver 6,6 bilhões de Smartphone no mundo. Isso representa 80% da população mundial.

No Brasil, um estudo da FGV indica que existem atualmente mais de 244 milhões de dispositivos móveis (entre Tablets e Smartphone) conectados à internet. Toda essa evolução tecnológica afeta o comportamento do consumidor, que passa a usar as novas ferramentas no dia a dia, até mesmo sem perceber.

O m-commerce ganhou impulso quando o comércio percebeu que os usuários ultra conectados eram potenciais clientes. Varejistas passaram, então, a dedicar parte do seu tempo para conquistá-los.

E eles estão certos: o brasileiro passa, em média, 3,9 horas diariamente com um dispositivo móvel conectado à internet. Desse tráfego, 39% vêm de smartphones e outros 5%, de tablets. Além disso, 44% dessas pessoas compram online.

Esses já são excelentes motivos para investir em m-commerce, mas ainda tem mais. Veja, a seguir, outras razões para apostar nas vendas por celular — e prepare-se para atender à demanda que vai crescer ainda mais:

  1. Smartphone: uma extensão do cliente:

É inegável: todos nós entendemos o celular como parte extremamente importante das nossas vidas. Ali estão contatos, mensagens, fotos, dados pessoais, tudo mesmo! Quase como se uma vida inteira estivesse ali dentro.

Comprar usando esse canal é um desenvolvimento natural. Uma estratégia de marketing e vendas que contemple o Smartphone é, portanto, fundamental.

  1. Plataforma personalizada:

Um ambiente personalizado (como um aplicativo) torna a experiência do consumidor muito mais agradável — o ambiente tem apenas os elementos necessários e, por isso, a navegação é mais leve. Com isso, a chance de ele finalizar o processo e efetuar a compra aumenta.

A taxa de conversão em aplicativos para m-commerce aumentou 90% em 2016. No browser, o crescimento foi de 39%. Além disso, apps geram duas vezes mais retenção de clientes. Ou seja, as oportunidades de negócio estão lá, bem claras, à disposição de quem quiser agarrá-las.

  1. Experiência:

A experiência do cliente vai muito além das vendas. Ter um relacionamento próximo com o consumidor não se resume a estar disponível no momento das compras: a estratégia deve incluir o atendimento ao cliente em todos os momentos. Isso engloba ter um contato diário com a clientela, por meio de anúncios segmentados, dicas e sugestões personalizadas, por exemplo.

Por isso, o mobile é parte fundamental do processo. Às vezes, o cliente quer apenas fazer uma consulta rápida em busca da loja física mais próxima ou para saber qual o prazo de entrega de um produto.

Oferecer essa possibilidade fortalece vínculos e ajuda a conquistar uma boa reputação perante o consumidor.

  1. Maior adesão dos consumidores:

Quando a experiência de navegação é agradável, a tendência é que os clientes optem por aquele canal sempre que precisarem.

  1. Ferramenta de pesquisa:

O canal móvel é um complemento à loja física e ao site. Antes de comprar, o consumidor pesquisa, avalia as opções e, só depois, toma uma decisão. É bastante comum que o cliente pesquise no site (ou no aplicativo), verifique a disponibilidade do produto e depois vá à loja física para comprá-lo.

O cliente busca, cada vez mais, praticidade e comodidade, tanto na compra quanto na pesquisa. Quando a marca não tem uma estratégia mobile, pode estar deixando de vender na loja física.

  1. Posicionamento:

Lojas otimizadas para dispositivos móveis ganham pontos no Google. E mais: como a adoção de uma estratégia mobile ajuda na experiência do cliente, isso automaticamente coloca sua marca à frente dos concorrentes que não a têm.

  1. Comportamento do consumidor:

Os dados do comportamento do cliente dentro da loja mobilem podem ser coletados diretamente do aplicativo de m-commerce. Dá para saber onde ele vai, com que frequência, quantas vezes acessa o aplicativo, que produtos procura, quais estão na lista de desejos e muitos outros dados.

Essas informações ajudam a desenvolver mecanismos de relacionamento e interação mais eficientes, que permitem segmentar, personalizar e otimizar a experiência de consumo.

  1. Micro-momentos:

Os micro-momentos são aqueles segundos em que o consumidor tem um impulso de compra. E, quando isso acontece, é natural que ele recorra ao Smartphone. Isso porque os micro-momentos acontecem a qualquer hora, em qualquer lugar e o celular, em geral, está sempre à mão.

Para estar presente nesses momentos, o melhor caminho é o m-commerce. Afinal, é muito frustrante não encontrar o produto que procura para comprar quando quiser.

  1. Publicidade dirigida:

Campanhas especiais, voltadas apenas aos clientes móveis, dão maior assertividade à comunicação da empresa. A publicidade mobile é mais atraente para esse público, pois tem características diferentes da propaganda comum. Essa otimização, com conteúdo mais relevantes, ajuda a aumentar o retorno.

  1. Aumento de faturamento:

Quem já compra pelo site da marca usando o celular terá melhor experiência com um canal específico de m-commerce. Um aplicativo, ao melhorar a jornada do consumidor, deve aumentar o faturamento, já que muitos clientes desistem de comprar quando o meio não tem a usabilidade adaptada para esse dispositivo.

Fonte: Cedro

Afinal, como calcular o CAC em um ecommerce?

Entre as várias vantagens que a internet proporciona em relação ao marketing tradicional, uma das mais importantes é a possibilidade de monitoramento e mensuração das ações executadas.

Por meio de métricas é possível que a empresa entenda o que está funcionando e o que não está para a busca de seus objetivos de negócio. E uma das métricas mais relevantes é o Custo de Aquisição de Clientes — ou CAC.

Nesse post nós vamos mostrar a você como calcular o CAC e por que ele é importante para a gestão do seu negócio. Confira!

O que é o Custo de Aquisição de Clientes?

Como o próprio nome já diz, o CAC é a métrica de marketing que mensura o valor médio investido pela empresa para a conquista de cada novo cliente.

Além de ser necessária para o marketing, essa é uma métrica que também gera impacto para a área financeira da empresa, podendo ajudar os gestores de ambas as áreas na tomada de decisões estratégicas.

Em geral, o cálculo desse número costuma envolver mais diretamente os setores de marketing, vendas e finanças, mas essa combinação pode variar conforme a organização ou o tipo do negócio. O ideal é que seja calculado sempre em um mesmo determinado período, e o melhor é que essa frequência não seja maior que mensal.

Como calcular o CAC?

Um dos maiores erros no trabalho com essa é métrica está justamente no entendimento de quais os custos devem ser considerados para o cálculo.

Normalmente, quando perguntados sobre o tema, empreendedores e empresários costumam considerar como custo de aquisição de clientes apenas aqueles investimentos feitos em campanhas e ações de marketing. No entanto, existem outros números que precisam ser levados em conta.

Para que o cálculo seja exato e relevante para a tomada de decisão, é necessário considerar também como custo:

  • as ferramentas de gestão, os salários e os gastos com recursos humanos tanto da área de vendas quanto da área de marketing;

  • o investimento em todo tipo de ação de marketing, como compra de mídia, eventos e qualquer divulgação para gerar leads;

  • telefonia e equipamentos usados por vendedores;

  • eventuais viagens de profissionais, caso precisem visitar clientes em outras localidades.

Tendo esses números em mãos, chega a hora de saber quantos novos clientes a empresa adquiriu durante o período escolhido para análise. Vale lembrar que, para esse cálculo, devem ser considerados apenas clientes conquistados a partir das ações consideradas acima. Clientes oriundos de outros canais, como a indicação de outros clientes antigos, não devem ser considerados.

A partir disso deve-se dividir o valor total do custo de todas as iniciativas envolvidas nas áreas de marketing e vendas pelo número de clientes conquistados no período.

O resultado da divisão será então o valor médio gasto pela empresa para a aquisição de cada novo cliente. Por exemplo, se sua empresa gasta R$10.000 com marketing e R$5.000 com vendas para conquistar 100 clientes, significa que seu CAC é de R$150.

Por que é importante calcular o CAC para um e-commerce?

Basicamente esse número é importante pois é ele que ajudará os gestores na tomada de decisões estratégicas, já que quanto maior o CAC, menor é a lucratividade e a rentabilidade da empresa.

Por exemplo, se o seu ticket médio — ou seja, o valor médio gasto por um cliente — for de R$100 e seu CAC for de R$150, significa que sua empresa está perdendo em lucratividade e isso torna o modelo de negócio insustentável.

Acompanhe de forma organizada o crescimento do seu negócio. Clique no banne abaixo e receba gratuitamente nossa Planilha de Cálculo de Breakeven para Ecommerce!

ém disso, com esse número em mãos, é possível determinar metas de vendas plausíveis para o próximo período, pois você já sabe quanto investir para conquistar cada cliente e também quantas conversões são necessárias para gerar retorno sobre investimento.

Entender como calcular o CAC é um dos primeiros passos para uma estratégia de marketing e vendas sustentável, que caminha no sentido da busca pela rentabilidade e pelo aumento nos resultados de vendas. Fique atento a essa métrica, e a sua empresa agradece.

Confira as 4 tendências de tecnologia mobile para 2017

1. A popularização da Internet das Coisas.

Internet das Coisas é uma revolução que está intrinsecamente ligada à tecnologia mobile. Hoje, já é possível controlar desde a iluminação de sua casa até o tempo de preparo de um alimento com auxílio do celular ou tablet. E a tendência deve se fortalecer nos próximos anos.

Veremos cada vez mais produtos conectados e encontraremos aplicações inusitadas para nossos dispositivos móveis. Segundo o Gartner, até 2020 cerca de 26 bilhões de dispositivos deverão estar conectados à internet.

Esse crescimento vai significar um novo jeito de lidar com as coisas, transformar a experiência do cliente e mudar a forma como interagimos com a tecnologia.

2. A revolução do marketing digital e a chegada dos chatbots.

A grande tendência do marketing digital em 2017 são os chatbots, empregados por muitas empresas para realizar o atendimento de seus clientes. Essa tecnologia tem evoluído e, em breve, além de responder a solicitações simples, os chatbots vão conseguir, graças à inteligência artificial, lidar com demandas cada vez mais complexas.

Isso significa um relacionamento com o cliente menos complicado e soluções mais ágeis e eficazes para os negócios. Chatbots são uma forma de entregar a informação que seu consumidor procura na hora que ele solicita.

Veremos sua popularização criar métodos mais eficientes de vendas, como já acontece com o chatbots da Taco Bell, nos Estados Unidos. Por meio da interface é possível realizar um pedido sem precisar sair do seu aplicativo de mensagens favorito.

3. A mudança de comportamento do consumidor que já compra mais pelo mobile.

Se as vendas no mobile já estavam entre nossas maiores preocupações há três anos, quando grandes empresas adotaram layouts responsivos, a tendência é que esse mercado cresça ainda mais. Hoje, 19% das compras realizadas pela internet são feitas com auxílio de um telefone, e não é difícil entender porquê.

Comodidade, praticidade e a popularização dos aplicativos de e-commerce tornaram mais simples adquirir bens e serviços pelo celular. Sites mobile first, prontos para receber esses clientes e com excelente usabilidade, também têm papel importante nessa mudança de comportamento.

O consumidor está finalmente pronto para fechar negócio em apps, e quem investiu nesse mercado já está colhendo seus frutos. Na Black Friday, cerca de 35% das vendas foram realizadas dentro de aplicativos.

4. A entrada de pequenos e médios negócios no universo dos aplicativos corporativos.

Para os pequenos negócios, até pouco tempo atrás criar um aplicativo mobile não era uma expectativa realista. Preços altos e poucas chances de retorno afastavam ao microempreendedor de seu próprio app.

Hoje, pequenos negócios podem criar aplicativos para seus clientes com um investimento muito mais baixo do que a alguns anos atrás e, se organizar melhor internamente também com o auxílio dessa tecnologia. Em 2017, mais da metade deles deve entrar nesse mercado com força total.

Os objetivos são vendas maiores, uma experiência de consumo enriquecedora e a possibilidade de entrar em novos mercados.

Fonte: Organicadigital