62 milhões de buscas: Google Maps é o app mais procurado

Matéria publicada pelo nosso parceiro Gilberto Campo do blog https://valoragregado.com/.

 

Principalmente nas grandes cidades, se locomover de um lugar a outro, muitas vezes, se torna um desafio. Os aplicativos de transporte fazem parte do cotidiano de muitas pessoas, seja para pedir um carro, oferecer caronas, consultar o gps ou até mesmo para verificar as alternativas de transporte público mais viáveis. Pensando nisso, a SEMrush , líder global em marketing digital, mapeou as principais plataformas focadas em mobilidade urbana para entender quais foram os mais pesquisados entre janeiro e setembro deste ano, em mecanismos de busca como Google e Bing.

O Google Maps é a plataforma mais pesquisada pelos brasileiros, com 62 milhões de buscas por seu nome. Além de gratuito, ele oferece ao usuário a visualização de mapas, imagens e rotas de satélite, funcionando como um GPS. A funcionalidade Street View é um diferencial, já que disponibiliza vistas panorâmicas, aumentando ainda mais a percepção da realidade dos lugares.

Em segundo lugar, a Uber recebeu 7,9 milhões de pesquisas na internet por seu nome, no período apurado, ele conecta a demanda e oferta de motoristas e passageiros por meio de transporte privado.

O terceiro lugar do ranking é para a plataforma BlaBlaCar, focada em caronas de longa distância e que conecta motoristas e passageiros dispostos a viajar entre cidades e compartilhar o custo da viagem, com mais de 60 milhões de membros em 22 países, recebeu 2,8 milhões de buscas por seu nome.

O aplicativo que se considera um guia do transporte público, Moovit, foi pesquisado 1,6 milhão de vezes. Ele reúne os trajetos e horários dos ônibus em São Paulo e região. Para o conforto do usuário, é possível escolher a melhor rota, já que ele disponibiliza as alternativas de caminhos possíveis.

O quinto aplicativo de mobilidade mais pesquisado pelos brasileiros é o Waze, que recentemente lançou a opção de oferecer caronas para economia de tempo e dinheiro, recebeu 1,5 milhão de pesquisas por seu nome na internet. Essa ferramenta é gratuita e fornece instruções de trajetos, mapa de trânsito ao vivo e alertas de incidentes, podendo interagir com outros usuários em tempo real.

Em sexto lugar, o aplicativo 99Pop é uma categoria para motoristas de carro particular que conecta passageiros mais próximos, foi o mais pesquisado durante o período, com 1 milhão de buscas.

O sétimo colocado mais pesquisado é o Buser, que viabiliza viagens entre cidades por meio de ônibus fretados que barateiam o custo para o consumidor final, recebeu 723 mil pesquisas por seu nome.

Em oitavo lugar e famosa pelos patinetes elétricos amarelos, a empresa Yellow recebeu 682 mil pesquisas dos brasileiros. A startup oferece aluguel de bicicletas e patinetes em diversas cidades do Brasil.

Em seguida, o aplicativo CittaMobi, que aponta os pontos de ônibus mais próximos, considerando a localização do usuário e faz a estimativa da previsão de chegada do usuário em seu destino. O app teve 400 mil procuras por seu nome na internet.

Em décimo lugar do ranking, está Cabify, com 378 mil buscas realizadas. O aplicativo conecta passageiros e motoristas, por meio de opções de categoria para cada necessidade do usuário, como carro particular ou táxi, por exemplo. Um dos diferenciais da plataforma a é ser uma empresa carbono neutro, que compensa toda emissão de CO² de suas operações.

Confira a lista dos top 10 aplicativos mais pesquisados entre janeiro e setembro:

1) Google Maps – 62 milhões
2) Uber – 7,9 milhões
3) BlablaCar – 2,8 milhões
4) Moovit – 1,6 milhão
5) Waze – 1,5 milhão
6) 99Pop – 1 milhão
7) Buser – 723 mil
8) Yellow – 682 mil
9) CittaMobi – 400 mil
10) Cabify – 378 mil

 

Link original da notícia

 

https://valoragregado.com/2019/10/27/62-milhoes-de-buscas-google-maps-e-o-app-mais-procurado/

 

Varejistas precisam adotar apps agora ou enfrentarão a obsolescência

 

Em texto de Alessander Firmino – Diretor Geral da Criteo para o Brasil e América Latina, feito dia 19 de Fevereiro de 2019 no blog Administradores Midias Sociais S.A, é dito que o número de compradores que usam dispositivos móveis e aplicativos para transações aumentou significativamente no último trimestre.

“A mudança para uma sociedade dominante em tecnologia alterou a forma como os consumidores interagem com os varejistas e gastam dinheiro. Na esteira dos recentes fechamentos de grandes marcas e da crescente presença de gigantes do comércio eletrônico, as empresas agora estão em alerta máximo e enfrentam uma pressão crescente para adotar o modelo omnishopper para se manterem competitivas.

No estudo da Criteo, intitulado “Análise do E-Commerce no Mundo”, referente ao terceiro trimestre de 2018, os dados indicam que promover um aplicativo e adotar uma estratégia de marketing omnichannel é a chave para o sucesso contínuo. Três tendências surgiram neste competitivo mercado global, moldando as estratégias de varejo e o futuro das vendas nos mundos físico e online.

1. Crescimento do mobile

Os consumidores têm uma variedade de opções para atender às suas necessidades de compra, incluindo a Internet, o desktop ou telefone celular, e as tradicionais lojas de rua ou shoppings centers. Mas um canal tem ganhado destaque – ainda dentro dos dispositivos móveis, os aplicativos. Os consumidores foram cativados pelos smartphones e suas capacidades cada vez maiores, bem como os tamanhos de tela e conveniências. Por sua vez, mais e mais compradores gastam dinheiro usando um aplicativo. Nunca foi tão importante para os varejistas aproveitarem essa oportunidade para alcançar os consumidores em seus próprios aparelhos.

O número de compradores que usam dispositivos móveis e aplicativos para transações aumentou significativamente no último trimestre. As transações na web e em apps cresceram a um ritmo constante, à medida que os consumidores se acostumaram mais a fazer compras por meio de celulares. Essa tendência foi impulsionada pela transição de telas menores e de menor resolução para as maiores e mais legíveis. Como os telefones de bolso se tornaram mais capazes, os consumidores gastam cada vez menos tempo com os tablets. Menos de uma em cada cinco vendas de celulares agora é feita em um tablet. Isto ocorre provavelmente pelo fato de que fazer compras em um smartphone ser possível em quase todos os lugares, enquanto os tablets, devido à falta de conectividade móvel e portabilidade, não são tão onipresentes.

A ascensão do canal de compras móveis é cada vez mais evidente em todos os países do mundo, de acordo com os dados de que dispomos. No Brasil, a participação das vendas por smartphones aumentou 41% nos últimos 12 meses. Nos Estados Unidos, cresceu 14% só no ano passado. Em outros exemplos, as transações móveis são responsáveis por 40% das compras na América do Norte e até 52% na Ásia.

2. Promoção ativa de aplicativos de compras

É essencial que os varejistas reconheçam o papel dos dispositivos móveis na jornada dos compradores e aproveitem seus aplicativos. Entre aqueles que desenvolvem e promovem seus apps, as compras móveis já representam 63% de todas as transações. Se você acha que não precisa de um aplicativo porque as compras online, seja pelo navegador do dispositivo móvel ou desktop, são suficientes, pense novamente. As compras por aplicativos têm taxas de conversão três vezes maiores que no navegador, seja no celular ou tablet, e quase duas vezes maiores do que as feitas pelos computadores.

Se você está presente somente no ambiente online, o efeito da promoção de aplicativos é ainda maior. Varejistas exclusivamente online que promovem seus aplicativos veem que 31% de todas as transações são feitas somente por esse canal. Compare isso com os 21% de transações que os varejistas tradicionais registram em seus canais de compra no aplicativo.

3. Varejistas omnichannel

Os varejistas tradicionais ainda têm outro incentivo para promover seus apps – compras na loja. Embora as compras no aplicativo estejam se tornando mais importantes, isso não significa que as lojas físicas estejam morrendo. Os compradores continuam desfrutando de uma experiência na loja e da conveniência das compras online. Os varejistas podem criar opções em aplicativos móveis que tenham recursos na loja, como encontrar onde a loja mais próxima está ou acessar promoções.

O benefício não para apenas na primeira venda. Com uma abordagem omnichannel, os varejistas podem coletar mais de quatro vezes a quantidade de dados de vendas de um determinado consumidor, otimizando as vendas futuras e o marketing, obtendo sucesso a curto prazo.

Todos os dados que temos sobre compras em dispositivos móveis e a experiência omnichannel demonstram a importância de alavancar celulares e tablets no atual cenário de varejo. Isso torna seu produto mais acessível, sua loja mais conveniente e seu marketing mais direto. É a maneira mais rápida de tornar sua marca ainda mais relevante para seus clientes, tanto online quanto na loja.”

Fica a boa dica para os empresários.

 

Diferença entre aplicativos e sistema Web

Desenvolvedoras perguntam na hora de montar um aplicativo: Quer um aplicativo que rode Web, Android oi IOS?

É uma pergunta crucial para o desenvolvimento da sua ideia, sabia?

Cada uma das aplicações que estão no mercado hoje em dia exigem programações distintas, seja em layout ou experiência, enfim… Desenvolvimento próprio.

Aqui juntamos algumas das principais distinções entre aplicativos nativos (planejados para rodar em uma app store) e os sistemas web.

Os aplicativos nativos são desenhados desde o começo para rodar em uma determinada plataforma, como Android ou IOS, portanto a empresa que for desenvolver consegue mapear e definir em sua equipe quais são os programadores especialistas em cada linguagem. Justamente por ser um aplicativo pensado para um sistema próprio, o nativo é mais rápido, confiável, com um melhor desempenho, maior tempo de utilização por parte dos usuários e tem a possibilidade de funcionar sem uma conexão com a internet. Sem falar que dentro desse ambiente próprio, fica mais fácil de pensar e criar uma experiência para o usuário. É dessa forma que foram desenhados e pensados os aplicativos como Facebook, Twitter, Instagram e tantos outros que usamos no nosso dia a dia.

 

Já o sistema web não chega a ser um aplicativo real. Na verdade ele está muito mais próximo de ser um site desenvolvido para dispositivos móveis do que um app em si. Assim como o aplicativo nativo, ele pode possuir uma boa experiência para o usuário, mas roda principalmente nos navegadores de web como Google Chrome, Safari, Mozila Firefox, portanto precisa da conexão à internet para funcionar. Apesar de não ocupar espaço na memória do seu aparelho móvel, eles acabam sendo mais lentos justamente por não estarem integrados ao seu sistema operacional. O sistema web é uma ótima escolha quando o seu objetivo é apenas apresentar o conteúdo ou ter uma presença online no mundo mobile, principalmente pela simplicidade de sua programação e adaptabilidade a diversas plataformas, como smartphones, tablets etc. Exemplos de empresas que produzem sistemas mobile são Google e Netshoes.

Sua ideia pode juntar esses dois tipos de aplicativo, sem problema, porque a mesma empresa pode ter tanto um aplicativo nativo quanto um sistema de web. Só vale lembrar que isso pode influenciar no preço por conta da quantidade de profissionais que estarão envolvidos nesse projeto.